
A fala mansa e os argumentos da presidente Patrícia Amorim - acompanhados por um generoso cifrão - convenceram Ronaldinho Gaúcho e o agente e irmão dele, Assis, a aceitar verbalmente a proposta do Flamengo. O acordo está alinhavado na base de R$ 12 milhões anuais, mas ainda falta a parte teoricamente mais difícil: obter a liberação do Milan. Apesar de ter mais um ano de contrato, o apoiador gostaria de voltar ao Brasil imediatamente. Especialmente para o Rio de Janeiro, onde curte freneticamente parte de suas férias. Só que o time comandado pelo magnata e primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi não vive bom momento financeiro.
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