
Quando alguém lembrar da Espanha campeã mundial no futuro, certamente as imagens de Casillas fazendo grandes defesas, David Villa sendo o artilheiro, Xavi comandando o meio-campo ou Iniesta marcando o gol histórico na final serão as primeiras na memória. Mas o técnico Vicente del Bosque não quer isso: para o comandante do primeiro título da Fúria na Copa, todos os 23 jogadores são responsáveis e merecem reconhecimento.
Assim como o futebol jogado pela Espanha na África do Sul. Apesar de ser a campeã com pior média de gols da história do Mundial, a Fúria sempre buscou o ataque, foi a seleção que mais arriscou chutes e fez do toque de bola sua arma mortal. Para Del Bosque, a vitória sobre a Holanda foi um presente para quem gosta de espetáculo.
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