terça-feira, 26 de março de 2013

Histórias Incríveis: como o Flu perdeu sua praia e o projeto visionário de 54

O plano era visionário para a época. Grandioso, assim por dizer. Cerca de 20 anos após a profissionalização do futebol no Rio de Janeiro, um clube da cidade resolveu expandir seus horizontes. Por expandir, leia-se anexar a seu patrimônio um terreno de exatos 744.295,5 m² com 1 km de praia na então quase inexplorada Barra da Tijuca. Corria o ano de 1954. O Brasil no período da pré-ditadura viva o processo de afirmação do futebol como esporte preferido da população. Seria uma revolução na história das Laranjeiras. Um espaço capaz de abrigar, com folgas, um estádio e uma segunda sede social, por exemplo. Até mesmo um centro de treinamentos, que só agora em 2013, 58 anos depois, enfim caminha para se tornar realidade. Seria o nascimento da "Praia do Fluminense". A possível solução para os problemas financeiros do Tricolor. Mas não foi. E acabou se tornando a incrível história de uma das maiores oportunidades perdidas pelo Fluminense em seus 110 anos de história.

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