Da passagem de Silas pelo Estádio Olímpico, uma das mais fortes discussões remanescentes dirigia-se aos volantes do Grêmio. Quem é o primeiro marcador? E o segundo? Por que ambos passam da linha da bola quando a equipe está atacando, criando espaços à transição ofensiva adversária?
Ninguém esquivou-se das críticas. Todos os volantes utilizados por Silas receberam, em algum momento, reprovação pela vulnerabilidade na proteção central à defesa. Ferdinando, Fábio Rochemback, Willian Magrão...apenas Adilson conquistou algum crédito, ainda que sua verdadeira função continuasse uma incógnita.
Quando Renato Gaúcho substituiu Silas, o impasse persistia. De imediato, ele manteve praticamente o desenho, delegando a Fábio Rochemback e Adilson posicionamentos semelhantes à época anterior, alinhados e centralizados. Mas lesões e suspensões ajudaram o treinador a encontrar respostas àquelas perguntas legadas pelo antecessor.
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