
Duas Copas do Mundo nas costas e 86 partidas pela seleção brasileira dão a Gilberto Silva, 32 anos, o peso da experiência. Para o lado bom ou mau. Campeão do mundo em 2002, ele viveu o outro lado da moeda no início da trajetória de Dunga à frente da equipe.
A configuração de pouco aproveitado no Arsenal-ING e titular na seleção brasileira não soou bem. Os resultados adversos contribuíram para o questionamento e as críticas se multiplicaram. A transferência para o Panathinaikos, do coadjuvante futebol grego, deu a impressão de uma carreira descendente.
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